2 de fevereiro de 2012

Lei de Murphy e suas (in)variáveis.

Acho que todo mundo já ouviu falar da maldita “Lei de Murphy”, e um dia já pensou: “Nossa, Murphy me odeia”. Eu era uma destas pessoas, mas tive que chegar a inevitável conclusão de que não, Murphy não me odeia, ele me AMA. Sim, Murphy nutre um amor platônico e devasso por mim!

Todos aqueles momentos vitais - que você perde horas mentalizando pra dar certo - Murphy vem e fode. Vou explicar:  você está lá toda danificada emocionalmente e pensa: “Ah! Esse cara é legal, não pode ser tão ruim assim tentar”, e é justo neste momento que Murphy age; aquele cara, o legal, instantaneamente vira um grandessíssimo filho da puta ou cria um desejo incontrolável de ir morar do outro lado do planeta; é como se, a partir do momento que você decidiu que ele era legal, algum alarme do tipo “Run Forest, run” acende na cabeça do ser e voilá: ele não é mais tão legal assim; isso pra não contar tantos outros casos e acasos em que Murphy agiu (e age) e fodeu (e fode) com tudo... ou não fodeu; tudo uma questão de ponto de vista!

Portanto após horas de reflexão quanto a Murphy, quero gritar pra todo mundo ouvir: “Querido, o problema não sou eu, é você! Então vai achar quem te agüente!” 

Nenhum comentário:

Postar um comentário